
Vejam como é complicado e ao mesmo tempo muito divertido fazer um simples Kare Laissu (Curry Rice). Divertido? Sim, sim, muito divertido. É muita concentração, muitos rituais e o toque perfeito com segredo profissional com magia na qual todos dizem hipnoticamente: “Isso é muito bom”.
O primeiro passo, é marcar obviamente o lugar onde fazer a gororoba. A convite de nosso amigo Hiro, resolvemos atender as suas solicitações (ou não) a invasão de sua toca. E obviamente usar a sua cozinha.
As compras, embora o Illu tenha se oferecido, Má se encarregou de comprar. Ela ficou com as batatas, cenouras, beterraba e Curry em Tablete (beterraba é lógico que é brincadeira) e eu me encarreguei de pegar as galinhas. Compramos galinha por causa de Mel.
Um outro passo importante é chamar o pessoal. Esse encontro é particular, não se trata de encontro DN, portanto não temos a obrigação de chamar os membros. Alem do que a casa é do Hiro, e ele chama quem ele quiser hehehe.
Panela? Sim... panela. Se você não foi convidado, faça parte de nossa panela também. Começando com os encontros DN. Não discriminamos, a não ser é claro, se for Corinthiano ou Petista. Hehehe. Brincadeira... hahahaha. Encontro em baladas gordas, todos são bem vindos, basta ver no nosso blog ou orkut.
Uma tarefa difícil para mim, e no caso para a Kátia, que me acompanhou, já que eu a peguei na estação do metro é achar a bendita toca do Hiro. Ta certo que já fui umas 5 vezes lá, mas é muito complicado. Alem do mais é de noite, escuro, não enxergo nada. (Comentários engraçadinhos serão deletados)
Já na casa dele, não precisei fazer muita coisa, já que a Má picou durante todo o dia as verduras. Todas as vezes que eu a chamava pelo MSN, ela se dizia ocupado, dizia que estava cortando as verduras. Chamei umas 8 vezes, e ela dizia estar cortando ainda. Era apenas uma batata, uma cenoura e cebola. Algo me fez pensar que ela não queria teclar comigo, mas talvez tenha sido uma impressão exagerada.
Ate tinha falado que eu cortaria cebola pela técnica da Kátia, ou melhor, testaríamos a inovação em tecnologia onde você corta a bagaça e não sai uma gota de lagrima. A técnica é simples, não requer manual ou instruções complicadas. Segundo ela, basta encher a boca (bochechas) de água e cortar que nenhuma lagrima seria derrubada. Certa vez tentei fazer em casa, quando a minha mãe me viu com a bochecha inflada e cara de peixe, engoli a seco tudo de uma vez. “Hehe, tava com muita sede”. Ela estranhou.
O tempero dos files embora vocês, meus pupilos de cozinha pensem que é apenas uma simples pitada de sal e só, hahaha estão redondamente enganados. Como todo expert em cozinha improvisamos e usamos o que tínhamos. Alho moído, pimenta vermelha, aji sal, um negocio que tava escrito algo de laranja, tudo medido de acordo com a quantidade. E obviamente, os três pulinhos que da o realce do sabor da ave. Aprendam leitores, os pulinhos são importantes.
Empanar as galinhas é uma técnica difícil e cada um tem a sua maneira de fazer. Obviamente todos devem saber que passamos as galinhas na farinha de trigo, depois o ovo e finalmente a farinha de rosca. Eu costumo colocar no ovo, trigo, ovo e depois a rosca. Má e Kátia riram, acham que eu não sabia que ovo basta uma vez. Hunf foi uma ofensa, mas tudo bem, e pela agrada las fiz da maneira dela.
Dissolver os tabletes do kare, assim como preencher a grande panela com água, assim como ensinei a Má, é difícil, mas é um segredo e graças a isso, o sabor ficou esplendido. Faltou os pulinhos quando acrescentou mais sal, e digo que foi ai que ela pecou (faltou os pulinhos). Abandonei a cozinha após isso.
Foi impressão, mas senti que a Má queria fazer sozinha, eu entendo a sua atitude, porque eu estando lá ela não aprenderia nada, passou pela minha cabeça que estaria atrapalhando, mas sei que não foi isso. Afinal eu apenas cortei as galinhas, temperei e passei na farinha, junto com a Kátia, de resto ela fez tudo.
Eu que adoro kare, digo que estava delicioso, comemos 2/3 do que preparamos, sobrou a parte das pessoas que pensamos que compareceriam. O total do rateio foi de R$ 10,00. Com bebidas e ate sorvete. Hiro teve despesa apenas do Gás. Cobrei R$ 22,00 de cada. Ninguém reclamou. É que preciso vender os convites do Yakissouba no Coopercotia, e nada como amigos para ajudar amigo.
Valeu pessoal. Pelo comparecimento e pelos doze contos do convite. Clayton, Hiro, Illusion, Kátia, Konoyaro, Má, Raposo e Xará.
O primeiro passo, é marcar obviamente o lugar onde fazer a gororoba. A convite de nosso amigo Hiro, resolvemos atender as suas solicitações (ou não) a invasão de sua toca. E obviamente usar a sua cozinha.
As compras, embora o Illu tenha se oferecido, Má se encarregou de comprar. Ela ficou com as batatas, cenouras, beterraba e Curry em Tablete (beterraba é lógico que é brincadeira) e eu me encarreguei de pegar as galinhas. Compramos galinha por causa de Mel.
Um outro passo importante é chamar o pessoal. Esse encontro é particular, não se trata de encontro DN, portanto não temos a obrigação de chamar os membros. Alem do que a casa é do Hiro, e ele chama quem ele quiser hehehe.
Panela? Sim... panela. Se você não foi convidado, faça parte de nossa panela também. Começando com os encontros DN. Não discriminamos, a não ser é claro, se for Corinthiano ou Petista. Hehehe. Brincadeira... hahahaha. Encontro em baladas gordas, todos são bem vindos, basta ver no nosso blog ou orkut.
Uma tarefa difícil para mim, e no caso para a Kátia, que me acompanhou, já que eu a peguei na estação do metro é achar a bendita toca do Hiro. Ta certo que já fui umas 5 vezes lá, mas é muito complicado. Alem do mais é de noite, escuro, não enxergo nada. (Comentários engraçadinhos serão deletados)
Já na casa dele, não precisei fazer muita coisa, já que a Má picou durante todo o dia as verduras. Todas as vezes que eu a chamava pelo MSN, ela se dizia ocupado, dizia que estava cortando as verduras. Chamei umas 8 vezes, e ela dizia estar cortando ainda. Era apenas uma batata, uma cenoura e cebola. Algo me fez pensar que ela não queria teclar comigo, mas talvez tenha sido uma impressão exagerada.
Ate tinha falado que eu cortaria cebola pela técnica da Kátia, ou melhor, testaríamos a inovação em tecnologia onde você corta a bagaça e não sai uma gota de lagrima. A técnica é simples, não requer manual ou instruções complicadas. Segundo ela, basta encher a boca (bochechas) de água e cortar que nenhuma lagrima seria derrubada. Certa vez tentei fazer em casa, quando a minha mãe me viu com a bochecha inflada e cara de peixe, engoli a seco tudo de uma vez. “Hehe, tava com muita sede”. Ela estranhou.
O tempero dos files embora vocês, meus pupilos de cozinha pensem que é apenas uma simples pitada de sal e só, hahaha estão redondamente enganados. Como todo expert em cozinha improvisamos e usamos o que tínhamos. Alho moído, pimenta vermelha, aji sal, um negocio que tava escrito algo de laranja, tudo medido de acordo com a quantidade. E obviamente, os três pulinhos que da o realce do sabor da ave. Aprendam leitores, os pulinhos são importantes.
Empanar as galinhas é uma técnica difícil e cada um tem a sua maneira de fazer. Obviamente todos devem saber que passamos as galinhas na farinha de trigo, depois o ovo e finalmente a farinha de rosca. Eu costumo colocar no ovo, trigo, ovo e depois a rosca. Má e Kátia riram, acham que eu não sabia que ovo basta uma vez. Hunf foi uma ofensa, mas tudo bem, e pela agrada las fiz da maneira dela.
Dissolver os tabletes do kare, assim como preencher a grande panela com água, assim como ensinei a Má, é difícil, mas é um segredo e graças a isso, o sabor ficou esplendido. Faltou os pulinhos quando acrescentou mais sal, e digo que foi ai que ela pecou (faltou os pulinhos). Abandonei a cozinha após isso.
Foi impressão, mas senti que a Má queria fazer sozinha, eu entendo a sua atitude, porque eu estando lá ela não aprenderia nada, passou pela minha cabeça que estaria atrapalhando, mas sei que não foi isso. Afinal eu apenas cortei as galinhas, temperei e passei na farinha, junto com a Kátia, de resto ela fez tudo.
Eu que adoro kare, digo que estava delicioso, comemos 2/3 do que preparamos, sobrou a parte das pessoas que pensamos que compareceriam. O total do rateio foi de R$ 10,00. Com bebidas e ate sorvete. Hiro teve despesa apenas do Gás. Cobrei R$ 22,00 de cada. Ninguém reclamou. É que preciso vender os convites do Yakissouba no Coopercotia, e nada como amigos para ajudar amigo.
Valeu pessoal. Pelo comparecimento e pelos doze contos do convite. Clayton, Hiro, Illusion, Kátia, Konoyaro, Má, Raposo e Xará.
5 comentários:
Cadê fotosss???? :(
HUM... Se comecei algo, não gosto de largar e não gosto que alguém termine o que estou fazendo. E gosto de fazer da minha forma ou não faço nada ou não me convide para ajudar... sei que cada um tem sua forma de fazer as coisas, não precisa fazer do jeito que falamos so pra agradar. Não achei o Kare salgado, coloquei sal pq não senti tempero no molho quando experimentei, desculpa se forcei em colocar sal. Desculpa se a empressão foi de querer fazer tudo sozinha. Mais não foi!! Até mesmo que se fosse fazer tudo sozinha... comeriamos so depois das 00:00. E se estivessemos em uma cozinha maior, com certeza obrigaria todos a ajudar.
** corrigindo "impressão", rs
Shitsure Shimashita!! Okoranaide!
okotenai yo!! rs ... so expliquei pra num pensar que fiz da minha forma.
Já mandei fotos!!
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