
Bom, eu konoyaro, resolvi fazer uma boa ação, todos vivem dizendo que sou ruim e hidoi, então resolvi fazer uma boa ação.
Talvez nem seja de fato uma boa ação, talvez seria obrigação?!. Não obrigação não, talvez um favor. Favor também não é.
Enfim é uma ação que não custa nada, não prejudica em nada e no fim pode ajudar pessoas.
Obviamente em se tratando de orientais, (é duro dizer isso) essa ação só é feita por obrigação ou um favor de um amigo. Fiz pelo nosso amigo Dinho, ele tem um filho e vai precisar de sangue por 2 anos.
Admito que fiquei com medo de fazer tal ação, mas como já havia prometido ao Dinho, finalmente eu cumpri. Agora posso ir sossegado ao Karaokê dele. A verdade é que não tinha cara de ir la, mas agora tudo bem, já fiz a minha parte.
Sei que muitos tem receio ou medo de fazer isso, mas é muito simples. Hum, alias vou descrever como é feito, talvez facilitaria e tiraria o medo de cada um que queira ajudar não só o Dinho, mas como qualquer uma pessoa.
Brigadeiro Luiz Antonio, 2533 é o hemocentro. Fica próximo já Alameda Santos, quem esta subindo a rua, fica do lado direito. Tem uma pequena entrada que da acesso ao estacionamento, é bem estreito, deve caber uns 15 carros. Tem manobrista.
No primeiro andar, tem um simpático moreno, diferente das lindas morenas que nos recepciona que me passou a senha. Me sentei e fiquei procurando o maldito painel que indicaria o numero. De repente: “Numero 44”, disse uma morena em voz alta e grossa.
Precisa levar o Rg ou algum documento com foto, informar o endereço e o nome da pessoa que vai receber a doação. Isso é muito importante, demorou um pouco para lembrar o sobrenome e após inúmeras tentativas conseguimos. A moça de voz alta e grossa foi paciente. E Akamine é o sobrenome. Bruno Sakae Akamine.
Me dirijo agora ao 4º andar e aguardo numa grande sala onde tem a revista “Noivas”, nada melhor que ver revistas de casamento em pleno dia de doar o sangue. Bom, ela aferiu a pressão, tirou a temperatura, furou o dedinho e faz o exame para ver se tem anemia.
Aguardo novamente na sala, folheio novamente a revista e ao mesmo tempo você tem um outro conceito sobre casamentos. ‘Casar custa caro’. Bom uma outra atendente faz uma rápida entrevista com você. Já cheguei e disse: “não uso drogas, não bebo, não saio com p**as, não tenho tatooo e não sou bichona”.
Leve sorriso mas tudo em vao, alem dessas perguntas, as básicas, toma remédios, tem doenças, hepatite, coração, gripe na ultima semana etc etc. Interessante é que tem um tecladinho com 3 opçaoes. “Sim” para doar o sangue. “Não” para não doar o sangue. E “Branco” não responder.
Não entendi as duas ultimas opções mas segundo a moça, com tantas perguntas e talvez a pessoa possa ter mentido e pra não pesar a conciencia, opta por não doar. Tipo, “você transa com homens”, o cara fala que não, mas pra não prejudicar a pessoa que vai receber, prefere não doar.
Vou pra oura sala onde existem umas 10 macas. A enfermeira te fura, tira a primeira amostra pra exame e a segunda de 450g pra doação. A agulha assusta um pouco, mas é só não olhar. Sigo pra outra sala, ganho um lanchinho, (pão com peito de peru e queijo), ganha um suquinho (kappo) e um pe de moleque. Eu pedi mais um suco hehe.
A moça carimba o seu ticket estacionamento e você não paga nada. Simples não? Agora porque você não doaria? Se ate eu que sou konoyaro doou, faça essa ação. Não tinha ninguém, gastei menos que 20 minutos.
Não se esqueça. Bruno Sakai Akamine. Yoroshiko Onegai Shimassu!
Enfim é uma ação que não custa nada, não prejudica em nada e no fim pode ajudar pessoas.
Obviamente em se tratando de orientais, (é duro dizer isso) essa ação só é feita por obrigação ou um favor de um amigo. Fiz pelo nosso amigo Dinho, ele tem um filho e vai precisar de sangue por 2 anos.
Admito que fiquei com medo de fazer tal ação, mas como já havia prometido ao Dinho, finalmente eu cumpri. Agora posso ir sossegado ao Karaokê dele. A verdade é que não tinha cara de ir la, mas agora tudo bem, já fiz a minha parte.
Sei que muitos tem receio ou medo de fazer isso, mas é muito simples. Hum, alias vou descrever como é feito, talvez facilitaria e tiraria o medo de cada um que queira ajudar não só o Dinho, mas como qualquer uma pessoa.
Brigadeiro Luiz Antonio, 2533 é o hemocentro. Fica próximo já Alameda Santos, quem esta subindo a rua, fica do lado direito. Tem uma pequena entrada que da acesso ao estacionamento, é bem estreito, deve caber uns 15 carros. Tem manobrista.
No primeiro andar, tem um simpático moreno, diferente das lindas morenas que nos recepciona que me passou a senha. Me sentei e fiquei procurando o maldito painel que indicaria o numero. De repente: “Numero 44”, disse uma morena em voz alta e grossa.
Precisa levar o Rg ou algum documento com foto, informar o endereço e o nome da pessoa que vai receber a doação. Isso é muito importante, demorou um pouco para lembrar o sobrenome e após inúmeras tentativas conseguimos. A moça de voz alta e grossa foi paciente. E Akamine é o sobrenome. Bruno Sakae Akamine.
Me dirijo agora ao 4º andar e aguardo numa grande sala onde tem a revista “Noivas”, nada melhor que ver revistas de casamento em pleno dia de doar o sangue. Bom, ela aferiu a pressão, tirou a temperatura, furou o dedinho e faz o exame para ver se tem anemia.
Aguardo novamente na sala, folheio novamente a revista e ao mesmo tempo você tem um outro conceito sobre casamentos. ‘Casar custa caro’. Bom uma outra atendente faz uma rápida entrevista com você. Já cheguei e disse: “não uso drogas, não bebo, não saio com p**as, não tenho tatooo e não sou bichona”.
Leve sorriso mas tudo em vao, alem dessas perguntas, as básicas, toma remédios, tem doenças, hepatite, coração, gripe na ultima semana etc etc. Interessante é que tem um tecladinho com 3 opçaoes. “Sim” para doar o sangue. “Não” para não doar o sangue. E “Branco” não responder.
Não entendi as duas ultimas opções mas segundo a moça, com tantas perguntas e talvez a pessoa possa ter mentido e pra não pesar a conciencia, opta por não doar. Tipo, “você transa com homens”, o cara fala que não, mas pra não prejudicar a pessoa que vai receber, prefere não doar.
Vou pra oura sala onde existem umas 10 macas. A enfermeira te fura, tira a primeira amostra pra exame e a segunda de 450g pra doação. A agulha assusta um pouco, mas é só não olhar. Sigo pra outra sala, ganho um lanchinho, (pão com peito de peru e queijo), ganha um suquinho (kappo) e um pe de moleque. Eu pedi mais um suco hehe.
A moça carimba o seu ticket estacionamento e você não paga nada. Simples não? Agora porque você não doaria? Se ate eu que sou konoyaro doou, faça essa ação. Não tinha ninguém, gastei menos que 20 minutos.
Não se esqueça. Bruno Sakai Akamine. Yoroshiko Onegai Shimassu!
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